terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Video Promocional - 10a Bienal de Artes de Havana

Oficina apoio Médicos Solidários. Educativo CCJF

Exposição: RECICLANDO o OLHAR de Sergio Cezar

Minha arte deve transpirar realidade. Sergio Cezar

Exposição De Santa à Central – Paixão pelo futebol, sediada pelo CCJF de 04/05/2006 a 0506/2006



No link, entrevista com o artista: http://www.ccjf.trf2.gov.br/instit/noticias/sta_ctrl.htm

Abertura da Novela Duas Caras - 2007/2008

A Arte sob a forma de sudário.

"O meu trabalho só está pronto quando eu vejo quem está morando lá."

"Eu faço um trabalho do lixo, aproveito a caixa de papelão e faço os cortiços, as biroscas, eu retrato uma parte do Rio antigo e também o Rio atual, que também são as favelas." Sergio Cezar


Todo mundo sabe que vou construir um cortiço, uma favela, mas cada vez que você vê isso tem uma alma e uma emoção diferentes.





Robson Alves - uma parceria




O trabalho de Sergio Cezar atinge diversos segmentos sociais, já tendo participado de aberturas de novela, bienais, exposições, além das oficinas em comunidades. Com o apoio de Robson Alves, artista e assistente direto que está com ele desde 2003, Sergio vem expandindo a sua arte por vários lugares do Brasil e do mundo.

      
             


 

 


 

 

PROJETO RECICLANDO O OLHAR

 

 

 

As relações sociais conferem aos objetos, quase sempre, valores previamente determinados. Sergio Cezar, ao transformar lixo em obra de arte, recompõe essa lógica, dando aos objetos um inesperado sentido e utilidade, e ao olhar uma dimensão ampliada. A técnica e estratégia utilizadas pelo artista visam não somente transformar o lixo em material potencialmente resignificável, mas também promover uma mudança de perspectiva do olhar sobre o mundo, tornando-o mais humano e digno de ser habitado.

 

O projeto Reciclando o Olhar, composto de Oficinas, Palestras e Exposições, surgiu inspirado em diferentes demandas ao longo da carreira do artista. Da abertura da novela Duas Caras até a Bienal de Cuba, diferentes momentos de projeção culminaram no curta de onze minutos sobre sua vida - O Gigante do Papelão - que serve hoje como cartão de visitas para os encontros realizados.

 

As oficinas, com duração aproximada de duas horas, não faz restrições quanto à idade e espaço. Atende ao anseio pela transmissão da técnica e pela exploração de infinitas possibilidades de criação, pautadas na experiência lúdica e coletiva de reciclagem. Capaz de transformar o reaproveitamento do lixo em um exercício diário de observação e aprendizagem.

 

As palestras, que podem ou não vir acompanhadas de oficinas, tem como objetivo o contato com o artista, cuja experiência de vida contamina toda a obra. Além da exibição do filme e abertura para debates, o artista brinca ao vivo com a técnica de sudário e seu processo de descoberta ao acaso, tornando esse encontro um grande aprendizado.

 

As oficinas e palestras podem ser acrescidas de grandes ou pequenas exposições, ou ainda da produção de peças coletivas a serem exibidas em local desejado. Os valores executados em cada uma das etapas deste trabalho são:

 

 

 

1. Oficinas (até 80 pessoas) – Cr$2.500,00

 

2. Palestras – Cr$ 1.500,00

 

3. Oficinas (até 80 pessoas) + Palestras – 3.500,00

 

Estes valores correspondem a atividades realizadas dentro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Para as demais regiões os valores sofrerão reajustes, dependendo ainda de transporte, hospedagem e alimentação (quando for o caso) para duas ou três pessoas, de acordo com a atividade.

 

 

Exposições e outras montagens serão estudadas caso a caso.